quinta-feira, 30 de julho de 2009
...
As oportunidades que passam se quem nos as exploremos devem ser entendidas como busca a oprtunidade perdida. hdauhdaiudhaiuhdia... Nós é quem criamos nossas oportunidades.
sábado, 25 de julho de 2009
A minha amiga Lis
Queria (como sempre desejo para as pessoas de quem gosto) pintar um quadro feliz para você. Mas isso não bastaria, você não se encontraria nele. Você se encontraria bem mais num quadro vazio.
Quem dera poder viver nesta pira pra sempre... A gente sabe que nunca, nunca vai ser assim. Nunca seremos felizes porque trazemos nas nossas alma um espaço especifico para tristeza.
A canção que eu fiz sonhava com flores, mas era constrida com pedras que me atingiram na estrada.
Meu, que nostalgia é essa que está me invadindo?
Que loucura existem tantos personagens dentro de mim que nem eu mesma discirno.
Desculpa a realidade está me lavando agora, não posso mais cantar. Já deu 12h.
Quem dera poder viver nesta pira pra sempre... A gente sabe que nunca, nunca vai ser assim. Nunca seremos felizes porque trazemos nas nossas alma um espaço especifico para tristeza.
A canção que eu fiz sonhava com flores, mas era constrida com pedras que me atingiram na estrada.
Meu, que nostalgia é essa que está me invadindo?
Que loucura existem tantos personagens dentro de mim que nem eu mesma discirno.
Desculpa a realidade está me lavando agora, não posso mais cantar. Já deu 12h.
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Dias como se fossem anos
Estive ausente. Mas não foi por desejo, foi por falha mesmo. tenho muito o que falar.
Sabe as coisas mudaram. O outono passou, estamos no inverno frio e gélido, mas é bom assim consigo enxegar melhor as coisas.
Reencontrei os ideais que estavam empoeirados. Isso deu-me vitalidade pra viver. Viver como antes recheada de utopia. Agora posso novamente, buscar as coisas, as quais eu queria e que havia abandonado. Nestes ultimos dias eu voltei ao meu passado e trouxe a Parteka que um dia sonhou e se prendeu no passado, abandonando o presente. Resgatei-a.
As coisas continuam mudando, mas agora não estou cega nas minhas escolhas,eu enxergo e faço as melhores (pelo menos penso que sim).
A viagem? Perfeita. Já havia desistido de tudo, mas agora vesti a camisa. Todo este tempo lá me fez refletir muito. Encontrar as coisas que eram minhas paixões, e que ainda o são, mas desta vez mais amadurecidas. Vamos pra luta, mas pq? Com que objetivo, de que forma? quem são meus aliados? Pq pensam assim, etc...
Quão complexas são as pessoas, e os pensamentos que elas tem...
Brasilia??
Nossa é muito doida. Parece uma maquete, até os carros andam em sincronia. As pessoas parcem fantoches.... Quer coisa mais louca que isso?
Tudo tem simetria...
Sabe as coisas mudaram. O outono passou, estamos no inverno frio e gélido, mas é bom assim consigo enxegar melhor as coisas.
Reencontrei os ideais que estavam empoeirados. Isso deu-me vitalidade pra viver. Viver como antes recheada de utopia. Agora posso novamente, buscar as coisas, as quais eu queria e que havia abandonado. Nestes ultimos dias eu voltei ao meu passado e trouxe a Parteka que um dia sonhou e se prendeu no passado, abandonando o presente. Resgatei-a.
As coisas continuam mudando, mas agora não estou cega nas minhas escolhas,eu enxergo e faço as melhores (pelo menos penso que sim).
A viagem? Perfeita. Já havia desistido de tudo, mas agora vesti a camisa. Todo este tempo lá me fez refletir muito. Encontrar as coisas que eram minhas paixões, e que ainda o são, mas desta vez mais amadurecidas. Vamos pra luta, mas pq? Com que objetivo, de que forma? quem são meus aliados? Pq pensam assim, etc...
Quão complexas são as pessoas, e os pensamentos que elas tem...
Brasilia??
Nossa é muito doida. Parece uma maquete, até os carros andam em sincronia. As pessoas parcem fantoches.... Quer coisa mais louca que isso?
Tudo tem simetria...
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Que merda!
Eu não aceito. Eu não quero pindurar a nossa vida em um porta-retrato, quero viver a nossa vida. Por que você faz isso?
Estória de um Outono (parte I)
Sabe, conheci uma bailarina que tinha olhos inocentes, um sorriso de criança e que acreditava que todas as coisas fossem possiveis de ser alcançadas. Estava determinada a buscar seu sonho a que preço fosse. Ela almejava o mundo academico. Era louca para pesquisar sair a campo, lutou e conseguiu, ingressou na Universidade. Mas ela não possuia apenas um sonho, essa menina é composta por sonhos, então todos os dias ela os buscava para que de alguma forma todos os dias ela alcançasse um para que construisse sua felicidade.
Ela não falava muito, mas um de seus maiores sonhos eram encontrar um amor, um amor pra vida. Em seus versos sempre buscava alguem que ela amasse de verdade, que pudesse largar tudo por ele. Talvez tenha lido muito Alvares de Azevedo, estava cautelosa para não deixar o amor da vida dela passar em branco. Ela faria de tudo se ela o encontrasse, se soubesse que ele existiria. Esta menina sempre acreditou naquele amor que se pega na mão, corre no campo em meio as flores, que percebe as estrelas, e o crepusculo.
Em meio algumas conversas na Universidade, e todas as mudanças que estavam acontecendo, ela conheceu alguns vizinhos. Foram até simpáticos e sairam na quinta feira numa festa dessas de começo de ano, que todos os Universitários vão. Ela pra variar já estava bebada. Dançou com um dos vizinhos, só por dançar. Ela gostava. Ele convidou-a para tomar um ar, ela aceitou, não imaginava que existia algo atras daquele convite. Ele quis beija-la, ela negou. Não queria beijar ele e nem ninguém. Tinha que parar de beijar os menininhos por que numa cidade pequena mosquito vira gente. No sábado ele foi tomar tererê lá na casa dela. E foi onde tudo começou. Ela se envolveu em uma conversa, em uma conversa que a conquistou a tal ponto que revelou suas anotações mais preciosas, uma conversa que acabou em um beijo. Em vários beijos que não poderiam ter acontecido, por que o amor dele era proibido.
Ela gostou da conversa dele. Começou a estudar alemão, aprender geografia. Os dias foram se passando ela subia até o apartamento, mas não era mais pra estudar alemão, mas era pra beijar ele. Em meio as aulas em meio aos beijos ele dizia: Ich möcht du (jetzt), ela sorria com aquele olhar inocente e balançava a cabeça. Sabia que amor como o dele era dificil.
Numa noite contou sobre o que pensavam dela, ela ficou chateada, chorou muito. Mas naquele momento conquistou a confiança dela. Ele se mostrou atensioso, gentil e sincero.
Outro dia foram em uma festa fazia cinco dias que estavam ficando, eles não se pegaram na mão, embora ela estivesse morrendo de vontade. Dançaram e beberam a noite inteira, se divertiram muito. Ela embriagou-se, e ele trouxe ela nos braços. Ele e uma amiga deram um banho gelado nela. Ela gritava de frio. Apenas tiraram a sua blusa, e ela morreu de vergonha, mesmo bebada. Dormiu ali mesmo na casa dele. Na cama dele, ao lado dele. Sem fazer nada, bem que houvesse uma confissão no dia seguinte de desejos por parte dele. Mas ela era pura, bem que quisesse não queria. Ás vezes pensava, as vezes desejava. Até havia comprado duas "lingeris", mas não sabia. Não se imaginava. Tudo era tão novo.
No dia seguinte inventou uma história de fazer um chá e tal. Embora não planejasse nada para depois do jantar, ela vestiu um dos conjuntos (um conjunto sensual, pelo menos ela pensou que fosse, ela não entendia muito sobre isso mesmo). O jantar não foi como esperava. E ele percebendo-o tentou alegrá-la. Ela começou a beber, beber e beber.Encostou-se no sofá, ele jogava truco. Ele olhou para ela e disse: - Vamos dormir? Ela disse sim, estava com sono, não imaginaria o que poderia acontecer.Já estava bebada, irracional.
Eles se envolveram como nunca houveram se envolvido antes. Não foi nada magico, mas foi bebada como tinha imaginado que fosse, com dor, com medo. Levantou para vomitar.Oh! quão ilária é a vida! Nada romântico. Ela era muito tímida não seria capaz, racionalmente. Além de existri uma forte ideia religiosa naquela cabecinha.
No outro dia ele perguntou se foi como ela esperava, se tinha gostado. Ela disse-lhe mais por vergonha do que por verdade que não lembrava que estava bebada. Ele disse: Quer que eu refresque sua memória? Ela aceitou, em plena tarde. Não foi muito diferente da outra vez. Ela era muito tímida. Depois daquele momento eles passaram muito tempo juntos. Ele muito carinhoso com ela. Ela estava insegura com as coisas que tinham acontecido a noite e a tarde, estava preocupada, com medo, sentia dores (talvez fosse psicologico), ele permaneceu todo o tempo do lado dela. Ela fez as unhas dele, e ele hidratou os cabelos dela. Uma ótima relação. Ele tinha algo no dedo que a desagradava, e ele tirou-a. Tirou-a de uma forma como se não mais queria, largou do lado, mas olhou como que havia valido a pena, como quem sentisse muito. Olhou-a e mostrou a ela. Ela viu o tempo... Aparentemente ele tinha colocado em qualquer lugar não dando muito valor. Ela até pensou em jogar fora, mas não achou justo. Deveria ser uma escolha e não uma obrigação.
Ela não falava muito, mas um de seus maiores sonhos eram encontrar um amor, um amor pra vida. Em seus versos sempre buscava alguem que ela amasse de verdade, que pudesse largar tudo por ele. Talvez tenha lido muito Alvares de Azevedo, estava cautelosa para não deixar o amor da vida dela passar em branco. Ela faria de tudo se ela o encontrasse, se soubesse que ele existiria. Esta menina sempre acreditou naquele amor que se pega na mão, corre no campo em meio as flores, que percebe as estrelas, e o crepusculo.
Em meio algumas conversas na Universidade, e todas as mudanças que estavam acontecendo, ela conheceu alguns vizinhos. Foram até simpáticos e sairam na quinta feira numa festa dessas de começo de ano, que todos os Universitários vão. Ela pra variar já estava bebada. Dançou com um dos vizinhos, só por dançar. Ela gostava. Ele convidou-a para tomar um ar, ela aceitou, não imaginava que existia algo atras daquele convite. Ele quis beija-la, ela negou. Não queria beijar ele e nem ninguém. Tinha que parar de beijar os menininhos por que numa cidade pequena mosquito vira gente. No sábado ele foi tomar tererê lá na casa dela. E foi onde tudo começou. Ela se envolveu em uma conversa, em uma conversa que a conquistou a tal ponto que revelou suas anotações mais preciosas, uma conversa que acabou em um beijo. Em vários beijos que não poderiam ter acontecido, por que o amor dele era proibido.
Ela gostou da conversa dele. Começou a estudar alemão, aprender geografia. Os dias foram se passando ela subia até o apartamento, mas não era mais pra estudar alemão, mas era pra beijar ele. Em meio as aulas em meio aos beijos ele dizia: Ich möcht du (jetzt), ela sorria com aquele olhar inocente e balançava a cabeça. Sabia que amor como o dele era dificil.
Numa noite contou sobre o que pensavam dela, ela ficou chateada, chorou muito. Mas naquele momento conquistou a confiança dela. Ele se mostrou atensioso, gentil e sincero.
Outro dia foram em uma festa fazia cinco dias que estavam ficando, eles não se pegaram na mão, embora ela estivesse morrendo de vontade. Dançaram e beberam a noite inteira, se divertiram muito. Ela embriagou-se, e ele trouxe ela nos braços. Ele e uma amiga deram um banho gelado nela. Ela gritava de frio. Apenas tiraram a sua blusa, e ela morreu de vergonha, mesmo bebada. Dormiu ali mesmo na casa dele. Na cama dele, ao lado dele. Sem fazer nada, bem que houvesse uma confissão no dia seguinte de desejos por parte dele. Mas ela era pura, bem que quisesse não queria. Ás vezes pensava, as vezes desejava. Até havia comprado duas "lingeris", mas não sabia. Não se imaginava. Tudo era tão novo.
No dia seguinte inventou uma história de fazer um chá e tal. Embora não planejasse nada para depois do jantar, ela vestiu um dos conjuntos (um conjunto sensual, pelo menos ela pensou que fosse, ela não entendia muito sobre isso mesmo). O jantar não foi como esperava. E ele percebendo-o tentou alegrá-la. Ela começou a beber, beber e beber.Encostou-se no sofá, ele jogava truco. Ele olhou para ela e disse: - Vamos dormir? Ela disse sim, estava com sono, não imaginaria o que poderia acontecer.Já estava bebada, irracional.
Eles se envolveram como nunca houveram se envolvido antes. Não foi nada magico, mas foi bebada como tinha imaginado que fosse, com dor, com medo. Levantou para vomitar.Oh! quão ilária é a vida! Nada romântico. Ela era muito tímida não seria capaz, racionalmente. Além de existri uma forte ideia religiosa naquela cabecinha.
No outro dia ele perguntou se foi como ela esperava, se tinha gostado. Ela disse-lhe mais por vergonha do que por verdade que não lembrava que estava bebada. Ele disse: Quer que eu refresque sua memória? Ela aceitou, em plena tarde. Não foi muito diferente da outra vez. Ela era muito tímida. Depois daquele momento eles passaram muito tempo juntos. Ele muito carinhoso com ela. Ela estava insegura com as coisas que tinham acontecido a noite e a tarde, estava preocupada, com medo, sentia dores (talvez fosse psicologico), ele permaneceu todo o tempo do lado dela. Ela fez as unhas dele, e ele hidratou os cabelos dela. Uma ótima relação. Ele tinha algo no dedo que a desagradava, e ele tirou-a. Tirou-a de uma forma como se não mais queria, largou do lado, mas olhou como que havia valido a pena, como quem sentisse muito. Olhou-a e mostrou a ela. Ela viu o tempo... Aparentemente ele tinha colocado em qualquer lugar não dando muito valor. Ela até pensou em jogar fora, mas não achou justo. Deveria ser uma escolha e não uma obrigação.
Cresci?
Sabe que eu gostei tanto de você, que agora eu penso em viver uma loucura a longo prazo. Não uma loucura da qual preujuduique-me a vida, mas uma aventura a qual diga: O que vc está fazendo? E eu digo: Me aventurando. Afinal foi o que você fez até agora. Pena que eu não sabia que isso existia. Obrigada por fazer eu conhecer muita coisa que eu desconhecia.
Sabe você foi um marco em minha vida. Todo a pureza e infantilidade parece que foi embora junto com você.
Graças a você não acreditarei na primeira palavra e nem aceitarei o primeiro encontro. Olharei as coisas sempre com desconfiança. Sempre pensarei sobre a ética em relacionamento.
E todos os dias perguntarei o que é o amor, e nunca vou encontrar a resposta.
Sabe você foi um marco em minha vida. Todo a pureza e infantilidade parece que foi embora junto com você.
Graças a você não acreditarei na primeira palavra e nem aceitarei o primeiro encontro. Olharei as coisas sempre com desconfiança. Sempre pensarei sobre a ética em relacionamento.
E todos os dias perguntarei o que é o amor, e nunca vou encontrar a resposta.
A autosuficiencia dos intelectuais
Existe coisa mais chata que intelectualidade e autosuficiencia?
Não há problema em intelctuais "racionais" como os pesquisadores que buscam um maior conhecimento, e que discutem de maneira conviniente. Agora, o problema é o intelctual revolucionario. Por que primeiro é extremamente radical. Segundo quer modelar a cultura segundo sua visão. Desconsidera todo o processo de desenvolvimento de uma determinada sociedade, e quer empurrar á guela abaixo a cultura eurocentrista. Se liga vê se pode!
O intectual radical é tão chato que não tem amigos. Sua companhia é o jornal e o café preto. Seu compromisso é com os livros e não com a sociedade. Ele não se preocupa com problema prático da sociedade, mas sim a discussão, somente o por que de estarem assim. A maioria destes "defendem" as ideias marxianas, mas esquecem da PRAXIS defendida por Marx. A vida não é uma pesquisa pra viver estudando, e o pior querer obrigar as pessoas que sejam da mesma forma. Criticam tanto a alienação, mas se estiverem no poder fariam a mesma coisa, empurrando o seu ideal na cabeça das pessoas.
Qual é o compromisso social de suas pesquisas??
Não há problema em intelctuais "racionais" como os pesquisadores que buscam um maior conhecimento, e que discutem de maneira conviniente. Agora, o problema é o intelctual revolucionario. Por que primeiro é extremamente radical. Segundo quer modelar a cultura segundo sua visão. Desconsidera todo o processo de desenvolvimento de uma determinada sociedade, e quer empurrar á guela abaixo a cultura eurocentrista. Se liga vê se pode!
O intectual radical é tão chato que não tem amigos. Sua companhia é o jornal e o café preto. Seu compromisso é com os livros e não com a sociedade. Ele não se preocupa com problema prático da sociedade, mas sim a discussão, somente o por que de estarem assim. A maioria destes "defendem" as ideias marxianas, mas esquecem da PRAXIS defendida por Marx. A vida não é uma pesquisa pra viver estudando, e o pior querer obrigar as pessoas que sejam da mesma forma. Criticam tanto a alienação, mas se estiverem no poder fariam a mesma coisa, empurrando o seu ideal na cabeça das pessoas.
Qual é o compromisso social de suas pesquisas??
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